Espasmo de uma despedida de solteiro

Na madrugada, véspera do enlace:

“Eu queria ir pra sua casa, ou queria que você estivesse acordada agora. Acabo de chegar do puteiro.

Dessa vez foi mais legal que a outra. Fiquei mais tempo com meus amigos antes de uma desconhecida qualquer me chamar de lindo e me puxar prum quarto. Sim, comi outra puta. Dessa vez foi presente do amigo da época da escola.

Mas antes de chegar lá, tivemos, os machos, uns momentos de flerte. Várias delas mandando sinais, chame, olhares. E aí pensei em você pela primeira vez.

Pensei em você porque tinha umas garotas bem gostosas, mas que não eram você. Não tinham seu corpo, seu cabelo, seu olhar, seu charme. Eram umas delícias, mas o que eu queria mesmo era VOCÊ ali, vestida de puta e reservada pra mim.

Queria você de microvestido e salto alto, toda oferecida. Até ia deixar os caras pensarem que você estava disponível. Mas quem ia te “arrastar” seria eu.

Bom, aí subi, inevitavelmente. Não sei se você já passou a mão numa puta. Mas se não passou, nem passe.

O corpo de todas tem o mesmo cheiro. Que não dá bem pra explicar como é, mas imagine o cheiro de uma Barbie, misturado com o de bebida e buceta. Você é bem mais cheirosa.

O tamanho e a textura da bunda também não difere muito: cabe na mão, é meio gelada e parece não ter vivência, história. A mesma descrição vale para os seios, raramente livres de silicone.

No fim das contas, resumi nosso encontro contando que ia casar com uma delícia de mulher, que adoraria estar ali.

Ela vibrou. Falou até que queria te conhecer e te beijar. Eu disse que ela não daria conta.

Eu acho que ela acreditou em mim: largou meu pau mole, levantou, se vestiu e deu tchau.

Acabou minha meia hora. Ainda bem.
Enviada do meu iPhone”

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